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ABIPLAST participa do 7° fórum de prevenção de perdas e desperdício de alimentos da abras em São Paulo

A ABIPLAST está participando hoje, 14/08, da 7ª edição do Fórum de Prevenção de Perdas e Desperdício de Alimentos, promovido pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). O evento reúne especialistas da cadeia de alimentos para debater o tema por meio de palestras e cases.

A ABIPLAST é integrante do GT ABRE-CEAGESP para Unitização de Embalagens para Frutas, Legumes e Verduras -FLV onde é discutida a viabilização técnica e financeira para facilitar o encaixe de caixas de transporte fabricadas em PEAD, EPS e papelão, a fim de reduzir perdas de FLV nas etapas de montagem de carga e transporte realizadas pelos compradores na CEAGESP.

O resultado desse trabalho é o case “Embalagens para Carga Mista de Frutas, Legumes e Verduras” que será apresentado hoje no Fórum.

Duas empresas associadas à ABIPLAST, Novel e Termotécnica, participam do GT e muito contribuíram para o resultado que será apresentado no Fórum.

Realizado há 7 anos, o Fórum de Prevenção de Perdas e Desperdício de Alimentos reúne anualmente mais de 500 profissionais do varejo supermercadista e especialistas para discutir soluções e estratégias da área.

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ABIPLAST participa de audiência pública sobre a lei de incentivo à reciclagem

No dia 13 de agosto, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Câmara dos Deputados promoveu audiência pública para tratar dos efeitos da possível aprovação do PL 7535/ 2017, que cria a Lei de Incentivo à Reciclagem. O encontro foi proposto pelo autor da matéria, deputado federal Carlos Gomes (PRB/RS), que preside nacionalmente a Frente Parlamentar em Defesa da Cadeia Produtiva da Reciclagem.

Na ocasião, esteve presente Ricardo Hajaj, diretor da ABIPLAST e coordenador da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos – CNRPLAS – da entidade. “É preciso fazer algo para que haja equilíbrio financeiro em todas as instâncias da cadeia. A Lei de Incentivo à Reciclagem dará sustentabilidade econômica ao setor”, frisou. Estiveram também presentes no encontro representantes da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, da Associação Brasileira de Empresas de Reciclagem e Resíduos Especiais – ABRELPE, do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis – MNCR, do Compromisso Empresarial para a Reciclagem – CEMPRE, da Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio – ABRALATAS e do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Rio Grande do Sul – SINPLAST/RS.

Sobre o Projeto de Lei

A Lei de Incentivo à Reciclagem cria o Fundo de Apoio para Ações Voltadas à Reciclagem (Favorecicle) e o Fundo de Investimento para Projetos de Reciclagem (Prorecicle), que serão administrados pelo Ministério do Meio Ambiente. A intenção é oferecer benefícios fiscais para promover o uso de insumos recicláveis ou reciclados na indústria. O montante investido por pessoas físicas ou jurídicas poderá ser deduzido total ou parcialmente do Imposto de Renda. O PL 7535/2017 aguarda apreciação dos deputados que integram a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania da Câmara Federal.

Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado federal Carlos Gomes (PRB/RS)

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São Paulo realizará a 18ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas

Economia Verde

Evento gratuito será realizado no dia 23 de agosto, na Câmara Municipal de São Paulo.

Há 18 anos acontece em São Paulo a Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, que tem como objetivos intermediar o diálogo entre cidadãos, instituições, iniciativa privada e governo, para aprofundar a discussão sobre os três pilares da sustentabilidade: ambiental, econômico e social e propor políticas públicas e legislações de caráter mais objetivo e resolutivo. Esse evento é fruto da lei de autoria do vereador Gilberto Natalini (PV), que é o proponente e presidente da Conferência.

O evento entrou para a programação da Virada Sustentável.

A programação da Conferência que acontecerá no dia 23 de agosto, na Câmara Municipal de São Paulo, este ano tem como tema: Economia Verde, será aberta por uma mesa diretora, onde autoridades de diversas áreas do governo estadual e municipal e entidades da sociedade civil irão expor ações focadas nas questões de sustentabilidade. A palestra magna será ministrada pelo economista e professor Ricardo Abramovay. A programação conta com uma mesa de debate e ainda com palestras de profissionais da área acadêmica, governamental e sociedade civil. Na ocasião também será entregue o Prêmio Responsabilidade Sócio Ambiental outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo.

Na última década, o conceito de economia verde surgiu como uma prioridade estratégica para muitos governos. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) define a economia verde como “aquela que resulta na melhoria do bem-estar humano e da igualdade social, ao mesmo tempo em que reduz significativamente os riscos ambientais e as carências ecológicas”.

A Conferência P + L desse ano pretende promover um amplo debate com representantes do poder público, mercado corporativo, sociedade civil e academia sobre os caminhos necessários para transição empresarial e industrial para uma economia verde e o papel do poder público e das organizações nessa mudança.

Cenário de Iniciativas Sustentáveis

Na área de exposição, o público terá oportunidade de conhecer diversos exemplos de projetos, produtos e serviços alinhados às questões de sustentabilidade, com o conceito de produzir mais e melhor com menos, com boas iniciativas e tecnologias promissoras em favor da preservação das áreas verdes.

Coleta de Lixo Eletrônico

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e a Gestora de Resíduos Eletroeletrônicos Nacional (Green Eletron) estarão presentes promovendo na ocasião, uma campanha para coleta de pilhas, baterias portáteis e eletroeletrônicos.

A ação é para conscientizar consumidores e empresas, já que esses resíduos não podem ser descartados no lixo comum das residências e estabelecimentos. Há leis e normas federais, estaduais e municipais que disciplinam a forma pela qual estes produtos pós-consumo precisam retornar aos fabricantes e importadores para a destinação ambientalmente correta, preferencialmente a reciclagem, por meio dos sistemas de Logística Reversa. A Federação esclarece que, nesses sistemas, a responsabilidade é dividida entre consumidores, comerciantes, distribuidores, fabricantes e importadores.
Poderão descartar pilhas, baterias portáteis, aparelhos de telefone, celulares, videogames, câmeras de foto e vídeo, impressoras, desktops, laptops, tablets, notepads, e-readers, eletroportáteis (secadores de cabelo, chapinhas, etc.) e similares. A Federação ressalta que o coletor não receberá descarte de lâmpadas e eletroeletrônicos de grande porte, como geladeira, fogão e televisor. Mostra Ecofalante- 14h às 16h Apresentação do filme Sustentável de Matt Wescher. É um filme sobre a terra, aqueles que nela trabalham e o que precisa ser feito para preservar o mundo para as gerações futuras.

Mais informações

Luciana Feldman
Assessora de Comunicação Vereador Gilberto Natalini
lucianafeldman@gmail.com
3396-4962 | www.natalini.com

Leonardo Maglio
Assessor de Meio Ambiente Vereador Gilberto Natalini
leomaglio@saopaulo.sp.leg.br
3396-4525 | www.natalini.com

Serviço

18ª Conferência de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas da Cidade de São Paulo
23 de agosto de 2019 l 8h30 às 14h
Câmara Municipal de São Paulo- Salão Nobre
Vd. Jacareí, 100- 8º andar

Mostra Ecofalante- 14h às 16h

Inscrições gratuitas – www.natalini.com.br e será fornecido certificado de participação.

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Flex tendências março 2019

Aumento de produtividade e redução de custos são atributos da nova resina da linha Maxio.

Alinhada à sua estratégia de Economia Circular, a proposta da Braskem é otimizar a produção de big bags, tornando-a mais sustentável.

Que o agronegócio brasileiro tem um potencial enorme para continuar crescendo, ninguém duvida. A questão é como tornar este negócio cada vez mais sustentável, especificamente do ponto de vista de embalagens. Neste caso estamos falando dos big bags usados para embalar e transportar grãos, fertilizantes, minérios e tanto outros produtos químicos.

Mais uma vez a associada da ABIEF, Braskem, saiu à frente e criou um novo grade dentro da linha de resinas Maxio, cuja proposta é aumentar a produtividade e reduzir os custos para os produtores de big bags. A nova resina de polipropileno DP213A permite que estes transformadores elevem sua produção em 30%, sem aumentar o consumo de energia.

Em linhas gerais, estamos falando de uma resina com baixo índice de fluidez e com aditivo anti-UV. A matéria-prima foi especialmente desenvolvida para atender ao elevado nível de exigência dos clientes em relação às propriedades mecânicas da ráfia e ainda garantir aumento de produtividade na etapa de extrusão.

“Grande parte das inovações da Braskem partem do nosso interesse em atender às demandas de clientes; o desenvolvimento deste novo grade da linha Maxio é um bom exemplo. Identificamos uma concorrência acirrada no setor de ráfia, o que levava as empresas a disputarem o mercado com base em preços. Com a aplicação desta nova resina, os fabricantes conseguirão reduzir seus custos operacionais e os preços dos big bags, aumentando a capacidade produtiva e consumindo menos energia”, afirma Carolina Bulhões, líder da área de Engenharia de Aplicação da Braskem.

O desenvolvimento de produtos que compõem a linha Maxio está alinhado ao compromisso da Braskem de promover a sustentabilidade na cadeia do plástico. Em novembro de 2018, a empresa definiu uma série de iniciativas globais para impulsionar a Economia Circular, entre elas, a formação de parcerias com os clientes na criação de novos produtos que ampliem e facilitem a reciclagem e a reutilização de embalagens plásticas, especialmente as de single use. O “Posicionamento da Braskem em Economia Circular” pode ser acessado no site: www.braskem.com/economiacircular.

E os resultados já são palpáveis. A Propex, indústria têxtil pioneira na fabricação de tecidos plastificados e destaque na produção de big bags, registrou um aumento de aproximadamente 20% em sua capacidade produtiva com o uso da nova resina. “A busca contínua da Braskem por soluções que melhorem a eficiência dos clientes garantiu um ótimo resultado para nós. Aumentamos nossa produção sem consumir mais energia, preservando nossas máquinas e mantendo a qualidade do produto final”, afirma o executivo da empresa, Patrick Camargo.

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Por um setor plástico mais competitivo

No primeiro semestre de 2015, o saldo da balança comercial da indústria de transformação do plástico, apesar de o dólar valorizado desestimular importações, acumulou déficit de USS 619,9 milhões. Isso demonstra que nossas desvantagens no comercio exterior anulam a influência positiva exercida pela desvalorização de nossa moeda. O problema, comum a toda a manufatura nacional, está expresso com clareza no Ranking Global de Competitividade do IMD ( International Institute for Management Development).

No estudo, que acaba de ser divulgado, o Brasil atingiu sua pior classificação histórica, ficando em 56º lugar, dentre 61 países. O relatório do IMD corrobora o Índice de Competitividade das nações, da Federação das Industrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que já havia indicado: nossa economia, dentre 43 analisadas, ficou na 39ª posição. Classificação também bastante negativa.

O relatório da FIESP, elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia, do qual sou diretor, mostra uma realidade indiscutível, também escancarada em outro estudo do mesmo órgão, que aponta: a baixa qualidade da infraestrutura, a carga tributária elevada, os juros altos e a burocracia, fatores que compões o chamado “custo Brasil”, encarecem 23,4% os nossos produtos em comparação à media dos 15 países que mais concorrem com nossa economia no mercado global. São custos que oneram e afetam todas as empresas, independentemente de sua estratégia e eficiência produtiva.

Esse problema é grave, pois reduz muito nossa competitividade. Tal gargalo somente poderia ser amenizado com políticas de Estado. Essas, entretanto, não estão sendo implementadas com a urgência e profundidade das quais o país necessita.

Todos os indicadores e estudos mostram que as outras nações estão andando numa velocidade maior do que a nossa. As que estão mais à frente em competitividade, conforme se pode constatar analisando os dados históricos, realizaram um plano estratégico e tiveram disciplina e método na sua execução. O Brasil não tem um projeto de país. Segue improvisando. Assim, mais do que nunca, são urgentes seis ações básicas: simplificação e redução da carga tributária para o setor produtivo; menor custo do financiamento; equilíbrio cambial; investimentos em infraestrutura; pesquisa e desenvolvimento (P&D); e avanço da educação.

Não fizemos isso no momento de mais prosperidade nos últimos dez anos. Perdemos boa oportunidade. Agora, estamos pagando um preço alto, com o agravante de que essas lições de casa são mais difíceis neste momento de crise aguda que vivemos. No entanto, não há alternativas se não iniciar de imediato, junto com o enfrentamento da conjuntura adversa, as reformas e providencias necessárias ao resgate de nossa competitividade.

Se começarmos hoje, o efeito positivo dessas medidas levará algum tempo para ser percebido, pois os resultados de mudanças estruturais profundas não são instantâneos.

Seus impactos na economia demoram um tempo para se consolidar e produzir resultados concretos. Por isso, precisamos de uma agenda de desenvolvimento e uma boa coordenação para que seja executada de modo planejado com eficácia, para não continuarmos comendo poeira na corrida da competitividade.

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Feiplastic e Feimafe acontecem em maio e apostam em modernização do parque industrial brasileiro

Segundo Abimaq, entidade apoiadora de ambas as feiras, média de idade de maquinário brasileiro é de 17 anos. Equipamento com essa idade é de 30% a 40% menos eficiente

São Paulo, março de 2015 – A preocupação com eficiência energética tornou-se uma das mais importantes discussões do setor industrial no Brasil. Com o crescente problema de racionamento de água no Estado de São Paulo, e questões de gerenciamento de energia elétrica em todo país, é necessária uma indústria moderna e com uso inteligente de recursos naturais.

Para tanto, empresários e entidades como a Abimaq – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos – esperam movimento positivo de negócios este ano por conta da realização das próximas Feiplastic – Feira Internacional do Plástico e Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, ambas do portfólio da Reed Exhibtions Alcantara Machado. As feiras acontecem no mês de maio, respectivamente, de 4 a 8 e de 18 a 23. Os dois eventos têm apoio da Abimaq.

Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico, da Abimaq, defende que “um dos pontos mais críticos hoje, na indústria de transformação, é a média da idade das máquinas utilizadas no Brasil. Temos um levantamento na Abimaq que mostra que a média da idade das máquinas que compõe o parque industrial brasileiro é de 17 anos. Apenas para exemplo, máquinas para plástico com estas características de tempo de uso e idade da tecnologia empregadas nas mesmas, consomem de 30 a 40% a mais de energia que as máquinas produzidas com os atuais conceitos tecnológicos”.

No mundo e no Brasil não é diferente, busca-se sempre maior eficiência energética. Essa é a avaliação de Paulucci Jr.. “Nossas máquinas devem transformar ou produzir uma unidade de algum produto com cada vez menos consumo de energia, em menos tempo, com mais qualidade e mais rápido. Só existe uma maneira de atingirmos esses objetivos: com máquinas modernas e novas. As máquinas fabricadas no Brasil, possuem todos esses atributos e, portanto, estamos preparados e temos atendido a demanda advinda da modernização, sempre necessária”

A opinião é semelhante a de seu colega de entidade e presidente da Câmara Setorial de Máquinas Ferramentas e Sistemas Integrados de Manufatura da Abimaq, Henry Goffaux. Ele acredita que a questão hídrico-energética “tem que ser uma motivação, porque na verdade há muitos anos as máquinas-ferramenta são produzidas com motores de alta eficiência. Máquinas paradas entram em hibernação, por exemplo. Mas a única alternativa é a troca por máquinas mais modernas, mas aqui o estoque de máquinas usadas é antigo e muito grande”. Para o empresário, o aumento da tarifa de energia é um dos maiores problemas.

“Possuir melhores e mais modernas formas de produção também melhora a condição da empresa brasileira perante seus concorrentes internacionais. As melhorias trazem não somente economia, mas são muito importantes no atual contexto de aumento de custos e riscos de escassez e racionamento de insumos como água e energia”, concorda o presidente da Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho. Ele ainda aponta vantagens do trabalho com o plástico. “Uma característica que define bem o produto plástico é sua versatilidade. Além de 100% reciclável, é utilizado nas mais diversas aplicações e praticamente todos os segmentos econômicos utilizam soluções em plástico. Podemos citar as embalagens para alimentos feitas em plástico, com propriedades de barreira, resistência, leveza, flexibilidade e potencial para inovação em design. Também os produtos automotivos plásticos, que garantem importante substituição de peso final do carro, ou não tecidos, utilizados no ramo hospitalar”. A Abiplast é uma das entidades parceiras da Feiplastic 2015.

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Abiplast e Sindiplast prestigiam formação de profissionais qualificados, indispensáveis para o crescimento do setor

Evento que marcou a entrega dos certificados de conclusão de curso para os formandos dos cursos de “Técnico em Plásticos” e “Ferramentaria de Moldes para Plástico” aconteceu no dia 12 de fevereiro de 2015

v.

Para tanto, empresários e entidades como a Abimaq – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos – esperam movimento positivo de negócios este ano por conta da realização das próximas Feiplastic – Feira Internacional do Plástico e Feimafe – Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Sistemas Integrados de Manufatura, ambas do portfólio da Reed Exhibtions Alcantara Machado. As feiras acontecem no mês de maio, respectivamente, de 4 a 8 e de 18 a 23. Os dois eventos têm apoio da Abimaq.

A Escola SENAI Mario Amato atua há 28 anos na formação de mão de obra qualificada para o setor de plásticos, uma contribuição essencial para o desenvolvimento das indústrias deste setor.

As Entidades divulgarão, aos associados e em seus sites, os currículos dos 12 alunos com melhor desempenho ao longo do curso.

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